quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Embarcação do Século XVII foi descoberta numa Obra situada na Avenida 24 de Julho, Lisboa.


 
                                         Mais uma Parte do Património Português foi descoberto em Lisboa.
                                        Desta vez uma Embarcação do Século XVII. 

   Foram descobertos há poucos dias atrás, por parte da Equipa constituída por Arqueólogos de Nacionalidade Portuguesa e Estrangeira na conhecida Rua Lisboeta Avenida 24 de Julho, um Enorme Navio que por curiosidade é pertencente ao Século XII e pelos vistos mesmo passados 300 Anos depois continua a ser de «Elevada Importância Científica e Patrimonial» sendo bastante «Urgente a Continuidade da Intervenção», confessou a Direção-Geral Do Património Cultural (DGPC). 

   
Restos de um Enorme Navio pertencente ao Século XVII que pelo que parece, segundo o que se encontra escrito no Site Jornalístico Observador pela Agência Jornalística Agência Lusa estão «muito bem preservados» foram achados na Zona Ribeirinha de Lisboa por parte de uma Equipa de Arqueólogos, tendo em conta o local se encontrar atualmente em Obras. 
    Se for tido em conta o que foi dado a conhecer pelo Instituto Português Direção Geral do Património Cultural (DGPC), ao que segundo consta «os Vestígios Arqueológicos, identificados numa Obra da Avenida 24 de Julho, situada na Cidade de Lisboa, correspondem a uma Embarcação com cerca de 27 Metros de Comprimento, datada dos Finais do Século XVII/Inícios do XVIII, preparada para a Navegação Atlântica, e que se encontra muito bem preservada». 
    «Comparativamente a outras Embarcações encontradas na (Zona) envolvente, sob o Edifício da Sede Corporativa da EDP, esta (Embarcação) destaca-se pela Dimensão dos Elementos Preservados, como o Comprimento Máximo entre as Partes do Casco mais Saliente à Proa e à Popa»,
revelou a DGPC na sua Resposta, mensagem esta que foi enviada á conhecida Instituição Portuguesa de Jornalismo Agência Lusa, como resposta á Investigação Arqueológica nessa Região de Lisboa. 
      O Antigo Navio que foi achado por uma das Equipas da Era Arqueologia tem conseguido num excelente Estado de Conservação inúmeras das suas Peças como é o caso da Quilha, o Arranque Da Proa e também a Sobrequilha que é onde se situam os seguintes Instrumentos de Orientação Maritima como é o caso do Caringa, das Escoas bem como das Tábuas dos Forros Interior e Exterior. Segundo
um Estudo Técnico, dado a conhecer pela reconhecida Agência Lusa, os Historiadores da Atualidade apaixonados por Embarcações, podem ficar a par do Caso de que o Estado de Conservação da Embarcação em causa é tido como sendo «particularmente bom», não existindo Casos em que o Barco seja tido como o Pior em Portugal. 
       O Documento refere inclusive que «o Potencial Cientifico (do achado) é muito elevado» tendo em atenção os poucos Documentos Técnicos que existiam sobre a Temática da Construção Naval em plena Segunda Metade do Século XVII, em Território Português. 

      ERA- ERA ARQUEOLÓGICA SA
      @ERA_ARQUEOLOGIA

     A ERA na Escavação de um Navio do Final do Século XVII. 
    Uma História Fascinante e Investigação que continuaremos a partilhar regularmente. 
    Mais um Projeto da
ERA em colaboração com o CHAM/FCSH

   
Os Trabalhos desenvolvidos pelos mais Diversos Arqueólogos têm vindo a ter lugar entre as mais diversas Ruas, Rua Dom Luís I, O Boqueirão dos Ferreiros bem como a Avenida 24 de Julho, onde se vão edificar novos Apartamentos que darão origem á Construção quer de um Hotel quer também de Casas de Habitação: «A Preservação do Achado foi proporcionada pela Abertura e Esbatimento da Boca durante o Enterramento, que conservou a Embarcação até ao Tosado (Distância Vertical desde o Convés da Amarada até uma Linha de Referência, tangente á Linha do Tosado, a Meio Navio, e paralela á Quilha) da Sub-Coberta do