quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Quem é Vitor Kley, a «Cara-Metade» da Modelo Carolina Loureiro?

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                                            Vida Kley responde acerca  do Relacionamento Amoroso 
                                            que mantém com a Atriz e Modelo Carolina Loureiro: 
                                            «O Casamento é um sonho de filme, na praia»

         

A conceituada Revista Social Portuguesa Nova Gente  fez questão de nesta última Semana (30/07/2021-04/08/2021) de acompanhar o Jovem Cantor Brasileiro Vitor Kley numa das manhãs em que marcou presença no Sábado, 30 de Julho de 2021, onde fez questão de dar a conhecer os seus Dotes Musicais. 
   O Cantor e Ator Canarinho nascido no Dia 18 de Agosto dr 1994 (Idade:26 Anos), Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil), encontra-se de volta ao Brasil, só que o seu Relacionamento Amoroso mantido com a Jovem Atriz e Modelo Portuguesa Carolina Loureiro. 

    Logo pela manhã esteve na
Rádio Comercial. Valeu a pena levantar cedo? 
   Vitor Kley:
Valeu a pena! É cedo para ser feliz. Acordei cedo e estou muito feliz. (risos). Acordei muito cedo e foi difícil, mas já acordei feliz. A última passagem pot aqui foi incrível, ainda hoje encontro pessoas na rua que me dizem: 
    «E aquela vez na Comercial!» E agora, mais uma vez, é espetacular. 

     E para apresentar uma música muito bonito: Menina Linda... Conte-nos tudo sobre este tema. 
    Vitor Kley:
É um tema muito legal, inspirado num amigo meu do Surf, o Alex. Ele sempre me contou a história de um romance que teve. Eu achava a história muito curiosa, tinha detalhes incríveis. Ela era formada na faculdade de aviação e, ao mesmo tempo, trabalhava como professora de ioga. Os dois gostavam de sumo de laranja com acerosa. Eu pensei: «Esta história tem de virar uma música». É muito detalhe diferente, exótico. Então fiz a música e fiquei muito feliz por gravar o videoclipe em Portugal. No álbum A Bolha saíram uma série de músicas, como o Amor É o Segredo e Anjo ou Mulher. A editora  disse que esta música estava a ir muito bem. Por isso, decidimos fazer o videoclipe. Como estava aqui em Portugal, disse que tinha que gravar aqui. Então procurei uma equipa aqui e gravámos. 
  
    Mariana de Almeida : Como é que foram estes dois meses em Portugal?
    Vitor Kley: Foi muito bom, vai ser difícil ir embora. Cada vez mais estou a criar raízes aqui. Vou fazendo amigos e dando-me melhor com a família da Caroll (Carolina Loureiro). Agora posso dizer que os amigos de infância da Carol são meus amigos também. Então é difícil ir fui embora. Mas a minha vida sempre foi cheia de partidas. Sempre fui assim, não ter uma casa para ficar. Sempre viajei muito pelo Mundo. Quando acho que vou encontrar um lar, fico sempre poucos dias, porque surgem compromissos. Então vou aprendendo, mas desta vez está a custar mais, porque foi muito bom. 

    Mariana de Almeida: E porque a paixão pela Carolina está cada vez maior... 
    Vitor Kley: Cada vez maior! Eu gosto de ficar em casa a escrever textos e o último que escrevi foi sobre as partidas. E ai pensei: «É o nosso melhor momento, meu e da Carol». Estamos mais conectados do que nunca e vou ter de ir embora. É inexplicável, mas sei que tem um motivo. Deus prepara-nos coisas boas e, no futuro, vamos ficar juntos. 

     Mariana de Almeida: Como é que costumam matar as saudades? 
    Vitor Kley: Temos o nosso ritual de dormir com o telemóvel ao lado. Deixamos com o carregador ligado em videochamada, de manhã está a ferver. Eu tento dormir num horário parecido com o dela, dormimos com o telemóvel a olhar um para o outro. Eu fico a vê-la e ela fica a ver-me. 

     Mariana de Almeida: E quando houver casamento, é em Portugal ou no Brasil? 
     Vitor Kley: Nós brincamos muito com isso (risos). Nós gostamos muito de viajar, então falamos, quem sabe, em estar num outro país, falámos sempre nisso. Não sei o sitio específico, mas quando acontecer será num sitio assim. Fazemos mais para a nossa família. É um sonho de filme, na praia e tal. Não sei que praia seria, acho que vamos um dia estar numa praia e pensar: «Tem de ser aqui.» 

    Mariana de Almeida: Um casamento improvisado?
   Vitor Kley: Sim! Nós tentamos aproveitar cada dia. Estamos pouco tempo juntos, ainda por cima com a pandemia... Então quando estamos juntos só pensamos que temos de aproveitar cada momento. Vamos vivendo, mas na hora certa vai acontecer. 

   Mariana de Almeida: Por falar em pandemia, como é que o Vitor lidou com este último ano? 
  Vitor Kley: Eu tive todas as sensações possíveis. No inicio senti muita tristeza pelas mortes, que, infelizmente, continuam a acontecer. No meu trabalho tinha muitos planos com o álbum A Bolha. Não consegui fazer alguns projetos, acabei por ficar limitado, então fiquei triste. Depois começou a aparecer «ar» de esperança. Escrevi muito sobre saudade nesta pandemia, depois houve um tempo em que senti que a fonte de inspiração parece que secou. Agora já voltei a escrever as minhas músicas de alto astral. Foi um momento de muitas emoções, mas eu aprendi a conhecer-me mais. 

   Mariana de Almeida: E agora há data para voltar a Portugal ou vai a Carolina ao Brasil? 
  Vitor Kley: A ideia era a Carol ir. mas acabou por ter um trabalho agora. Eu tenho de ir para tratar de algumas coisas do meu projeto infantil que está para ser lançado. Acho que quem vai acabar por voltar sou eu. Quando tiver algum tempo no Brasil, nem que seja uma semana, eu venho. O Oceano ficou pequeno para nós, vamos e vimos tantas vezes... Viajar dez horas não é grande coisa. 

   Mariana de  Almeida: Sobre esse projeto infantil, o menino Sol, como é que surgiu essa ideia?
  Vitor Kley: Eu sempre tive uma conexão muito grande com as crianças e elas gostam do meu trabalho. Quando lançámos O Sol muitas crianças passaram a gostar daquela música. Um dia, no aeroporto um menino chamou-me Menino Sol. Ele chamou-me disse: «Mãe, mãe, olha o Menino Sol». E aquilo ficou na nossa cabeça. Na minha, na do meu Irmão, que é meu empresário, e na do meu produtor. Eles começaram a chamar-me Menino Sol. Ficou uma alcunha. E eu queria ajudar as crianças de alguma forma, ajudar alguma instituição, fazer um espetáculo de beneficência, não sei... Passou algum tempo e nasceu a filha do meu produtor, a Eva. Aí lembrámo-nos: «Vamos escrever músicas para crianças, fazer um projeto infantil». E comecei a escrever sobre as coisas que ela ia vivendo, começou a ganhar uma forma tão grande, as pessoas que nos rodeiam gostaram tanto... Então criei um grupo: o Menino Sol, que é inspirado em mim, a Menina Lua, que é inspirada na Carol, e depois uns inspirados nos meus amigos. Um do surf, um dos jogos e um da Jamaica, que é um pássaro. Escrevemos músicas sobre valores que achamos que vão ajudar as crianças, como não desperdiçar comida, não atirar coisas para o chão, como cuidar da natureza, respeitar os animais, respeitar os outros. As músicas vão ganhar videoclipes com desenhos animados. As pessoas estão a gostar. Até já entraram em contacto connosco para fazer uma série animada com a história deles. Estou feliz.
       
     Mariana de Almeida: Comida Favorita Portuguesa?
    Vitor Kley:
Bacalhau com natas. Á Brás também é bom, mas a Carolina faz com Natas e é muito bom. Se eu disser que gosto mais à Brás ela vai pensar que eu estou a preferir o da mãe dela. (risos). 

     Mariana de Almeida: Sítio favorito em Portugal?
     Vitor Kley: Adoro um parque natural que existe na Costa da Caparica. 

    Mariana de Almeida: A Expressão favorita? 
    Vitor Kley: É «fixe». Vocês dizem «bué fixe» (risos). E também dizem «ya». Eu próprio já digo «ya». 

    Mariana de Almeida: Cantor português favorito? 
   Vitor Kley: Diogo Piçarra, se não dissesse ele, ia levar um «tautau» (risos). 

   Mariana de Almeida: E Atriz Portuguesa Favorita?
  Vitor Kley: Ahhh... Há uma que fez de Nazaré (risos). É óbvio que é a Carolina. Admiro muito o trabalho dela, quando entra na personagem, dedica-se muito.