Foi há 313 Anos que o Rei Dom João V, Rei de
Portugal e dos Algarves tomou Posse como Monarca
Português?
Fez no primeiro Dia deste Ano de 2020 313 Anos que o então Monarca Lusitano João Francisco António José Bento Bernardo (Nascimento: 22 de Outubro de 1689, Paço da Ribeira, Portugal- Morte: 31 de Julho de 1750 (60 Anos) Paço da Ribeira, Lisboa, Portugal, sendo que actualmente o Rei da Dinastia de Bragança encontra-se sepultado no Monumento Panteão da Dinastia de Bragança, Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa, Portugal, foi nomeado Rei de Portugal.
Estávamos então no ano de 1707 e o Monarca tinha somente 17 Anos sendo que como principalmente os entendidos em História de Portugal sabem nesse periodo, o Rei possuia uma Farta Cabeleira pois dava nessa altura como que uma espécie de Pose Social pois se por um lado os Reis usavam os seus Cabelos Longos ou faziam questão de usar Cabeleiras Postiças por outro lado já os Pobres para se diferenciarem das Classes Sociais mais Abastadas.
Tendo em conta a importância que á época (Século XVIII) já havia quer em relação á forma uma certa preocupação como uma dada Pessoa costumava vestir-se quer por outro lado e em situações mais sérias no que diz respeito á Política, tudo o que era usado nessa altura era decretado pelos Monarcas sem que no entanto alguém pudesse impôr a sua Vontade e dar a conhecer o que cada uma dessas Pessoas achava acerca do assunto em causa.
Dava-se a este acontecimento o Nome de «Monarquia Absoluta» ou seja o Rei que em regra geral se tratava do Filho mais Velho do Reinante em questão que então abdicava ou devido á sua Idade Avançada- sendo que até então reinava como que «Por Direito Divino» até falecer. Pensa-se que esse era o Presente dos Céus para a Monarquia de então. Actualmente tal facto é bastante diferente do que se passava nessa altura, dado que os Governantes são nomeados pela População (o mesmo se passando inclusive na grande Parte das Nações em que os Países são orientados por Reis).
O Rei Dom João V (Rei de Portugal e do Algarve) durante bastante tempo, mais exactamente durante 43 Anos e Meio ou seja entre os dias 8 de Outubro de 1706-31 de Julho de 1750 tendo vivido sempre num Ambiente bastante Luxuoso. Afinal de contas ao contrário do que se passa nos dias de hoje o nosso País à altura era então bastante rico. Tudo porque pouco tempo antes haviam sido descobertas enormes Minas de Ouro no Brasil que então fazia parte de Portugal. Inúmeras foram as Pessoas que para lá viajaram, em busca do Ouro então um Minério tão desejado por todos os Povoa que desejavam enriquecer as suas Nações, só que no caso dos Portugueses de tudo aquilo que achavam perto de um Quinto desse Ouro tinha que ser doado á Coroa, que como se costuma dizer é o mesmo que Estado. Portugal ficou desse modo «a nadar em Dinheiro« e só se pode lamentar que esta Riqueza não tivesse sido mais bem usada no Desenvolvimento da Nação Portuguesa pois poderiamos ter uma situação bem melhor de Vida. No entanto, uma das Obras onde a maior parte desse Ouro foi como se pode calcular usado foi a Edificação do Monumento de Origem Barroca mais importante de Mafra, que é o próprio Palácio de Mafra, Construção Arquitectónica do Século XVIII edificada pelo Arquitecto e Ourives Johann Friedrich Ludwig (Português: João Federico Ludovice- Arquitecto Mor do Reino) o qual foi iniciado em 1717 e que foi inaugurado com a intenção de celebrar o nascimento da primeira Filha de Dom João V e sua Consorte, Maria Ana de Áustria, a Princesa Maria Madalena Bárbara Xavier Leonor Teresa Antónia Josefa, que seria mais tarde a futura Rainha-Consorte de Espanha desde 1746 até ao dia 27 de Agosto de 1756, altura em que faleceu no Monumento Hispânico Palácio Real de Aranjuez, Aranjuez, Espanha, que mais tarde viria a ser uma das Herdeiras ao Trono Português. Foi exactamente há 303 Anos que foi erguida que seria a primeira Pedra da sua Edificação tendo sido também nesta altura que se daria jnicio a um Sistema de Captação, Adução bem como Distribuição de Água á Cidade Portuguesa de Lisboa a qual tem como Obra mais valiosa os Arcos de Alcântara, o qual é o Bilhete Postal mais Significativo de Lisboa e que na altura se destinava ao Transporte de Água Potável até á Cidade de Lisboa. Na altura, as Pessoas ainda não tinham Torneiras Caseiras, por isso precisavam de se abastecer perto dessa zona. Por outro lado existiam Homens/Mulheres a quem as Pessoas davam o nome de Aguadeiros/Aguadeiras, que costumavam efectuar a sua entrega a quem necessitava dessa água.
Que Malefícios impunha a Inquisição?
Á Época, Portugal tratava-se de um Pais bastante beneficiado a Nível Monetário, mas por outro lado não existiam Estradas em condições no Pais.
Os Portos Marítimos encontravam-se a necessitar de Obras sendo que grande parte dos Portugueses era formada por Pessoas sendo que á altura a Inquisição (Fundação Ultra-Religiosa que já foi falada nesse texto) andava em Perseguição a todas as Pessoas.
Resumindo e concluindo: A Igreja Católica Apostólica Romana da Época- que era precisamente desigual da Igreja Católica de hoje- possuia nessa época uma força tremenda sendo que então havia um Tribunal (Tribunal da Inquisição Portuguesa ou como também era conhecido Santo Oficio) que costumava processar e condenar a atos de Tortura aqueles que se pensava que não seria fiéis á Santa Igreja Católica Apostólica Romana de então, a qual era na sua totalidade em termos de Regras completamente desigual da Igreja Católica dos nossos dias!- pois possuía nessa Época uma Força Tremenda em questão do cumprimento das suas Ordens pois na altura havia um Tribunal que costumava processar e condenar a Actos de Tortura aqueles que ele pensava que não seriam fiéis á Santa Igreja Católica Apostólica Romana de então.
Foi nessa altura que um Grupo de Pessoas atacou a cidade do Rio de Janeiro sendo que Dom João V ao contrário do que era esperado nada fez como resposta ao sucedido. Pensou-se então que Portugal não possuía uma Marinha Forte em termos de Elementos, mas tal é mentira, dado que a Esquadra Portuguesa da Época haveria de fazer nesse tempo parte de uma Guerra Naval contra os Turcos, a qual foi elaborada pelo então Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana da altura, Papa Clemente XI.
Como recompensa por causa da Vitória obtida aquando da Batalha do Cabo Matapão, Zona Marítima de origem Grega também conhecida como Cabo Ténaro, Sua Santidade haveria então de dar á actual Capital Portuguesa, Lisboa, o direito a poder ter um Patriarca. Nos nossos dias tal facto pode até nem se revestir de tanta importância dado que já é usual que de tempos a tempos seja eleito um novo Responsável pelas Dioceses do nosso País, mas á época foi uma honra. Assim feito, o Bispo de Lisboa na altura passaria a ser tratado por esse Titulo tendo sido elevado á Posição de Cardeal Dom Fernando de Sousa e Silva.
A «Passarola»: Antigos Balões, Actuais Aviões.
Uma das Personalidades mais reconhecidos da Época em que Dom João V (Nascimento: 22 de Outubro de 1689, Paço da Ribeira, Lisboa- Falecimento: 31 de Julho de 1750, Paço da Ribeira, Lisboa) foi Bartolomeu de Gusmão (Nascimento: Dezembro de 1685, Santos,Brasil- Falecimento: 18/11/1724, Toledo, Espanha).
Quando era Criança o Brasileiro criou um Sistema que era destinado ao Abastecimento de Água no Colégio onde estudo.
Foi por altura daquela que foi a sua Segunda Viagem a Capital, Lisboa, no ano de 1708, que deu a conhecer ao Rei Dom João V aquele que como ela chamava era o seu «Aparelho para se propagar pelo Ar». Essa Informação foi-se «espalhando» de tal forma que um pouco por toda a Europa logo foram aparecendo imagens cheias de fantasia que davam a conhecer como que uma espécie de Barco Voador que tinha uma espécie de Cabeça de Ave.
Tratava-se do tão reconhecido Objecto Imaginário que ficou na altura reconhecida pelo nome de Passarola, a qual no fundo nunca teve esse formato.
Exactamente, afinal de contas, os Balões de Bartolomeu de Gusmão tratavam-se na verdade de Aerostátos que são dados a conhecer em formato de Pombos e que são pequenos e contêm pouca capacidade para poderem levar dentro de si Pessoas. Só que mais tarde vieram mais três tentativas, sendo que só a última vez é que um Balão já com Dimensões mais importantes se levantou no Terreiro do Paço, levando a que todos ficassem de boca aberta tal era a sua admiração perante o tão esperado sucesso em relação á tão importante Invenção que um dia mais tarde serviu de impulso ao Mundo da Aviação.
Algum tempo depois, Bartolomeu de Gusmão haveria de vir a ter dificuldades com a Inquisição e posto isto quis emigrar para Inglaterra o mais rápido possível. Afinal, se os Projectos realmente funcionassem, sempre podia ter optado pela Via Aérea.
Na altura em que Dom João V faleceu, o Reino de Portugal passou a estar sob a tutela do seu Filho do Meio, Dom José ou Dom José I (Lisboa, 6 de Julho de 1714- Sintra, 24 de Fevereiro de 1777) que ficou reconhecido pelo Apelido Monástico de O Reformador, o qual foi Rei de Portugal e Algarves entre 1750-24 de Fevereiro de 1777). Este Alto Responsável chamaria para o Governo Português o tão conhecido Marquês de Pombal, Dom Sebastião José de Carvalho e Melo (13 de Maio de 1699, Lisboa, Portugal-Morte: 8 de Maio de 1782 (82 Anos), Pombal, Portugal sendo que a partir dai tudo mudaria radicalmente mas no que toca a isso, tudo já é outra história sendo que dado não ser Historiadora mas sim uma Pessoa que gosta muito de ficar a par de todos os acontecimentos que digam respeito á História decidi este Domingo aproveitar a Rúbrica do meu Blog para falar um pouco acerca da Vida e Obra do Rei responsável pela Edificação do Monumento comemorativo do Nascimento de Dona Maria Bárbara de Bragança, o seu Pai Dom João V.
Na altura em que Dom João V faleceu, o Reino de Portugal passou a estar sob a tutela do seu Filho do Meio, Dom José ou Dom José I (Lisboa, 6 de Julho de 1714- Sintra, 24 de Fevereiro de 1777) que ficou reconhecido pelo Apelido Monástico de O Reformador, o qual foi Rei de Portugal e Algarves entre 1750-24 de Fevereiro de 1777). Este Alto Responsável chamaria para o Governo Português o tão conhecido Marquês de Pombal, Dom Sebastião José de Carvalho e Melo (13 de Maio de 1699, Lisboa, Portugal-Morte: 8 de Maio de 1782 (82 Anos), Pombal, Portugal sendo que a partir dai tudo mudaria radicalmente mas no que toca a isso, tudo já é outra história sendo que dado não ser Historiadora mas sim uma Pessoa que gosta muito de ficar a par de todos os acontecimentos que digam respeito á História decidi este Domingo aproveitar a Rúbrica do meu Blog para falar um pouco acerca da Vida e Obra do Rei responsável pela Edificação do Monumento comemorativo do Nascimento de Dona Maria Bárbara de Bragança, o seu Pai Dom João V.