domingo, 21 de julho de 2019

O que se passou aquando da Morte de Jesus Cristo?



                                                         Perguntas como O Que Era a Crucificação? ou Como
                                                Jesus foi Crucificado? são questões que continuam sem resposta!

       Como todos nós, Seres Humanos Racionais, bem sabemos, Jesus Cristo, também conhecido como Jesus de Nazaré ou Jesus, o Nazareno, 7-2 a.C, Judeia, Império Romano- 30-33 d.C; Jerusalém, Judeia, Império Romano veio ao Mundo aquando do Reinado de Pôncio Pilatos nos anos 7-2 a.C. sendo que embora os seus Pais Terrenos fossem a Virgem Maria, que tinha ao seu cuidado o tratamento da sua Casa e o seu Noivo, São José, que por outro lado se tratava de um simples Carpinteiro, Profissão que á época ao que podemos ver nos filmes sobre a Vida era mais usada na construção da sua própria Casa do que para ajudar outras Pessoas ao contrário do que se passa nos dias de hoje em que os Carpinteiros fazem parte das Equipas que constroem as Casas de quem os contrata e paga para fazer tão importante trabalho.

     
Se tivermos em atenção o texto que se encontra escrito no Site HTTPS:// OPUSDEI.ORG/PT-BR/ARTICLE a partir deste Artigo poderemos ficar a saber que o mais conhecido Profeta do Século I A.C., podemos ficar a saber que o nosso «Salvador» faleceu em plena Cruz no Longínquo dia 14 de Nisán, (7 de Abril do Ano 30).
     
Tal facto fica assim comprovado a partir dos Estudos Criteriosos que tiveram como base os mais diversos Testemunhos Evangélicos em pleno contraste com as Referências efectuadas ao estudo da sua Morte as quais estão relatadas no Livro Sagrado do Povo Judaico Talmud (CFR.TB, SANNHEDRIN VI, 1, FOL. 43 A.
       
Como muito bem se sabe, a Crucificação tratava-se do Pior Castigo que o Povo Romano poderia atribuir tanto aos Escravos como aos Ladrões que haviam sido condenados á Morte. Tratava-se de um Modo de Morte que por ter obviamente má fama entre os que faziam parte do Povo Romano jamais poderia ser atribuído a Cidadãos Romanos mas sim aos Estrangeiros. Posto isto, desde que os Romanos efectuaram na altura a Ocupação de Solo Israelita dado os Dois Povos não terem grande Entendimento entre si, claro que não é de estranhar que passados mais de dois mil anos após tão triste Morte de Jesus existam ainda inúmeros Depoimentos da Época em que esta Espécie de Morte se tratava de uma Pena que era aplicada com cada vez mais frequência. Senão vejamos o caso do  Procurador da Síria Quintino Varo que só no ano 4 a.C. havia sido responsável pela Morte de Dois Mil Jovens como Castigo por terem sido segundo se pensa Responsáveis por uma Rebelião.
      Já por outro lado, no que diz respeito á forma como poderá ter ocorrido a Crucificação de Jesus, é evidente o inegável Interesse em tudo o que foi descoberto na área onde se encontra a Casa Mortuária de Givat Hamivtar, Bairro de Origem Israelense situado na região de Jerusalém Oriental, estabelecido entre a Região situada na área de Ramat Eshkol/French Hill. Tudo porque foi nessa exacta Região
 que um Homem á Semelhança do que se passou com Jesus Cristo foi também ele Crucificado durante a Primeira Metade do Século I d.C., ou seja poderá pelos vistos tratar-se de um Contemporâneo de Jesus.
     Na Lápide Milenar da sua Sepultura existe uma Inscrição que dá a conhecer a sua possível Identidade: João Filho de Haggel. Esse Discípulo teria perto de 1´70 m de altura e Vinte e Cinco Anos de Idade aquando da sua Morte. Claro que não existem quaisquer dúvidas de que este Seguidor de Cristo se trata na verdade de um Crucificado, dadas as dificuldades que os Coveiros Responsáveis pelo seu Enterro tiveram em rejeitar o Cravo que levou á obrigatória União dos seus Pés, razão esta pela qual o Jovem teve de ser Sepultado com o Cravo nos Pés, para que desse modo a Madeira onde estava suspenso se preservasse intacta.
     Posto isto, é nos permitido saber que a Cruz que havia sido usada foi destinada a esse Jovem tratando-se na verdade de Madeira oriunda de uma Oliveira. Supõe-se até que existia uma delicada Forma Amadeirada em que as Pernas podiam descansar um pouco, pois tal era usado como se se tratasse de um Assento, sendo que dessa maneira o Condenado podia então superar as Dores que sentia sendo que a Agonia era prolongada mas por outro lado era anulado o Sentimento de Mágoa, tratando-se assim de uma Morte que era breve devido ao facto de o Prisioneiro falecer Asfixiado por todo o tempo em que havia sido obrigado a suportar o seu próprio Peso o qual até então havia ficado distribuído principalmente na Zona dos Braços, onde por seu lado não tinha nada que apoiasse a Vitima. Já as suas Pernas ficaram algo abertas e flectidas para a frente. No que diz respeito aos Restos Mortais que seriam achados na sua sepultura dão a conhecer que os ossos das Mãos deste Jovem Homem não haviam ficado atravessados nem muito menos quebrados.
     Logo nessa ocasião, o Dado possível de ter acontecido é que os Braços do Indíviduo em causa tivessem sido atados de forma forte á Travessa da Cruz (ao contrário da forma como Jesus Cristo provavelmente era dado como tendo sido Crucificado). Já os Pes colocados de modo contrário ao que é costume haveriam de ser pregados com Cravos sendo que se por um lado poderia conservar o Corpo Amarrado por um Cravo Grande e Longo por outro devido á Posição em que eles se encontravam podia chegar-se á conclusão de que esse exacto Objecto levaria a que os dois Pés ficassem apoiados desta maneira: as duas Pernas teriam de ficar um pouco abertas e o Poste que sustentava o Corpo de Jesus Cristo dividiria as duas Partes do seu Corpo. Assim sendo, resumindo se por um lado a Parte Esquerda do Tornozelo Direito bem como a Parte Direita do Esquerdo ficariam sustentados nos dois lados do Poste Transversal sendo que o Cravo Comprido atravessaria então em pé, dado o Tornozelo Direito até ao Esquerdo, sendo causado pelo Poste de Madeira e por último apoiando o outro Pé. Ou seja, o Sacrifício que Jesus viveu na altura em Louvor do Perdão dos Nossos Pecados foi tão Grande que o Advogado, Político, Escrítor, Orador bem como Filósofo pertencente á  Aristocracia Romana Túlia descreveu a Crucificação de Jesus Cristo como tendo sido «o maior suplício» «o mais cruel e terrível suplicio» bem como também «o pior e o último dos suplícios, o que se inflige aos Escravos» (In Verrem II, LIB.V, 60-61).
       
Mas no fundo quem sabe se talvez como Forma de chamar a atenção para o facto de que é importante para uma Pessoa esta dar toda a atenção a tudo o que na realidade fez parte daquilo que na circunstância foi tanto a Morte como a Agonia de Jesus Cristo na Cruz, o facto de não se ter muita atenção nos desgostosos Pormenores que a História nos dá a conhecer pois na verdade o que se tem que ter em conta é que tal como se encontra escrito no Versículo 1 Cor. 15´3 «Que Cristo Morreu por Nossos Pecados, Segundo as Escrituras». Como tal, através dessa sua Dádiva Generosa que é a Morte na Cruz, eis que Jesus Cristo deu-nos a conhecer para nós que somos os seus Seguidores toda a Magnificência do seu Amor Celestial, pois como está escrito no Livro dos Romanos 5.8: 
        «Deus demonstra o seu Amor a Nós porque, sendo ainda Pecadores, Cristo morreu por Nós».

         
Bibliografia sobre Jesus Cristo: 
          1: Légasse, Simon: El Proceso de Jesús. La Historia (Desclée de Brouwer, Bilbao 1995) PP. 137.143.
          2:
Haas, Nicu. «Antropological Observations Of The Sketetal Remains Of Giv,At Ma-Mivtar: Israel Exploration Journal 20 (1970) PP. 38.59.
          3:
Varo, Francisco. Rabi Jesus de Nazaret (B.A.C., Madrid, 2005) PP. 186-191. 
       

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